Importuna razão não me persiga;
cesse a ríspida voz que em vão murmura;
se a lei de Amor, se a força da ternura
nem domas, nem contrastas, nem mitigas: [...]
Queres que fuja de Marília bela,
que a maldiga, a desenhe; e o meu desejo
é carpir, delirar, morrer por ela.

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